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POPAI_Newsletter_01

info@popai.pt

 

A POPAI Portugal volta a reunir os profissionais do Marketing no Ponto de Venda para mais um encontro POPAI, no Hotel Altis, em Lisboa, no próximo dia 26.

O tema "Opções dos Consumidores em Épocas de Crise”, a partir das 3 perspectivas “Retalhista”, “Marca” e “Agência”,
será debatido por uma mesa redonda composta pelos seguintes representantes:

DATA: 26 de Novembro de 2008


PROGRAMA:

11h00 registo dos participantes
11h15 Mesa Redonda
12h30 pausa para apéritif e networking activo
13h00 almoço-debate


LOCAL:
Hotel Altis, Rua Castilho 11, Lisboa
entrada livre, mediante inscrição prévia

 

DATE LIMITE PARA INSCRIÇÃO: 24 de Novembro de 2008

O número de lugares é limitado, pelo que agradecemos que efectue a sua inscrição com a maior antecedência possível, garantindo assim a melhor organização deste evento.
Contacte a POPAI PORTUGAL pelo e-mail info@popaiportugal.com ou pelos números 214 821 387 (Sede Nacional) ou 220 176 281 (Delegação Regional Norte)

Jerónimo Martins
Vanessa Silva, Directora de Marketing do Pingo Doce
(em confirmação)

Central de Cervejas e Bebidas
Dr. Nuno Teles, Director-Geral de Marketing

 


Uppartner
Hélio Soares, Director Geral

O programa inclui ainda um almoço debate que terá por convidado de honra Dr. Duarte Raposo Magalhães, Presidente da Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marcas.

O convite para assistir ao debate é extensível a todos os que desejem participar, bastando para o efeito realizar a respectiva inscrição.
Os inscritos poderão ainda participar no almoço-debate (membros da POPAI - 37 euros; não membros - 47 euros).

 

ramaral@popgroup.pt

Nader Tavassoli, professor de Marketing na London School e presidente da The Brand Inside, esteve recentemente no Porto Palácio Hotel para uma conversa exclusiva sobre o Marketing at Retail e as suas mais recentes tendências.

A exposição de Tavassoli decorreu em tom vivo e informal, foi recheada de exemplos e participada.
No centro estiveram a ideia de goal – elemento chave que define o que o consumidor realmente quer e deseja – por oposição a uma visão estreita do produto ou do acto de compra; a trilogia shopping-choosing-consuming, com ênfase na dimensão mais emocional do choosing; a importância de focar e observar os non current customers, entre outras.

A observação das discrepâncias detectáveis no acto e/ou ritual de consumo constitui, segundo Nader Tavassoli, fonte imprescindível de conhecimento, fundamental na exploração da customização e na cirurgia do goal.

Para os que participaram, a conversa foi refrescante e potenciou a reflexão das ideias e conceitos apresentados.

O Professor deixou-nos o seu testemunho do encontro:

«It was a pleasure to meet the management of POPAI Portugal and their guests. The great diversity in the group is a tribute to relevance of the initiative and it made for a rich conversation. This provided an energizing break in a solid day packed with two other seminars. While the association was created only a few months ago, it already has a strong foundation of an impressive cast of people  and I wish the best to POPAI Portugal going forward.»

susana.fernandes@incyte.ativism.pt

 

Um dos principais objectivos da POPAI Portugal é contribuir de modo relevante para a promoção de um maior conhecimento do Marketing at-Retail.
Nessa perspectiva, a associação elegeu como projecto prioritário a realização de um Estudo de Mercado global sobre o Shopper.

O desafio está lançado: Criar um estudo relevante para diferentes marcas, que permita avaliar o impacto da comunicação em loja, dotando as marcas de informação global sobre a loja, avaliando zonas de maior e menor tráfego, com dados comparativos intra-categorias.

Este estudo será desenvolvido com uma vertente quantitativa forte, apoiando-se em 1200 entrevistas acompanhadas em loja e, uma parte qualitativa, extremamente relevante em termos de insights, apoiada no método de entrevistas com o sistema de eyetracking.As acções irão decorrer em hipers e supers em meados de Janeiro de 2009.

Objectivos:

  • Avaliar o impacto dos suportes de comunicação presentes em loja, em todo o percurso do cliente desde a entrada de loja, procurando avaliar a sua notoriedade e eficácia;
  • Avaliar o impacto de diferentes mensagens de comunicação e sua eficácia;
  • Concluir sobre o percurso do shopper na loja, zonas quentes e frias, tempo dispendido nas principais categorias versus compras de facto efectuadas;
  • Concluir sobre variáveis relevantes de um estudo de shopper numa categoria específica: tipo de compra (habitual, planeada…), árvore de decisão, atitude face à ruptura, atitude face à promoção, função da prateleira, função/eficácia de zonas de exposição alternativa, papel das marcas da distribuição, complexidade da compra na categoria e oportunidades de melhoria.


Será analisado um conjunto relevante de categorias em detalhe, gerando informação com interesse para as Empresas detentoras de marcas assim perfiladas, bem como dados comparativos entre categorias.

A GfK Metris multinacional de research, que actua no mercado português há cerca de 15 anos, associou-se à POPAI neste projecto, sendo o parceiro responsável no terreno pela implementação do estudo, bem como pelo desenvolvimento global do mesmo. Trata-se de uma empresa com diversos projectos de shopper efectuados e experiência em eyetracking em Portugal.


A POPAI está disponível para qualquer esclarecimento e iniciativas por parte de potenciais parceiros. Caso tenha interesse em ser uma das empresas a aderir ao estudo, entre em contacto directo connosco, até ao próximo dia 15 de Dezembro.

smacedo@xarevision.pt

 

O marketing no ponto de venda, marketing at-retail, é intrinsecamente uma boa ideia - por definição, nenhum outro meio pode competir com a vantagem de estar “lá”, no lugar certo, no momento derradeiro, em que se toma a decisão de compra e se faz a opção entre concorrentes. No entanto, o marketing at-retail compete com uma panóplia de outros estímulos que dificultam a comunicação com o shopper. Nesse contexto, o digital signage dentro de loja demonstrou já a sua eficácia. No passado porém, a novidade tecnológica e o “do because you can”, sobrepôs-se à necessidade e à longa experiência e conhecimento do marketing, com consequências desencorajadoras para o sector.

As lições foram aprendidas e, nos projectos melhor sucedidos, marketeers, criativos e engenheiros cooperam fazendo com que os maiores retalhistas, anunciantes e grupos de comunicação por todo o mundo canalizem uma fatia crescente do orçamento e do investimento para este tipo de meio, que apresenta excelentes perspectivas de continuado crescimento. Interactividade, dinamismo e métricas de audiências comprovadas e reconhecidas por referências como a Nielsen, elevam o reconhecimento da relevância do marketing at-reail para patamares nunca antes atingidos.

cortex_visual

Used with the kind permission  of
Prof. Beauchamp, University of Texas.
All rights reserved.

 

Normalmente, uma rede digital signage (DS; lê-se como em sign) é composta por um conjunto de meios digitais, com diferentes tamanhos e posicionamentos, geridos central e remotamente que oferecem à sua audiência conteúdos com grande dinamismo de informação, entretenimento e alguma publicidade. Projectos mais recentes, multi-modais, acrescentam conteúdos reactivos, interactividade táctil, senhas de atendimento digitais, som direccional e usam até o olfacto para contactar mais eficazmente com o shopper.

O sucesso do DS na captação da atenção do shopper está no movimento. No córtex visual da grande maioria dos animais, neurónios sensíveis apenas ao movimento permitem a predadores encontrar as presas, efeito muito bem explorado na aventura Jurassic Park, de Spielberg.

 

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Nós, humanos, também temos mecanismos de atenção que respondem apenas ao movimento. Perante um cenário imóvel, os nossos olhos imediata e involuntariamente apontarão na direcção do mais pequeno movimento. Por isso, a introdução de vídeo na mistura de meios at-retail tem tanto impacto. O movimento, per si, sobrepõe-se a um mar de outros estímulos.

O DS consegue portanto dominar na captação da atenção, mas tal sucesso traz consigo uma grande responsabilidade. Conseguir a atenção do shopper é apenas a primeira vitória. Depois, há que retribuir a atenção com uma proposta de valor interessante, seja com uma promoção especial, notícias do dia, um vídeo humorístico ou informação de filas de atendimento. Mas atenção: no ambiente in store, seja qual for, temos apenas cerca de 7 segundos dessa preciosa atenção.

Foram precisos alguns anos de experiências para que os promotores e produtores de conteúdos de DS entendessem a necessidade de oferecer valor acrescentado ao Cliente e produzissem conteúdos que funcionassem bem num tão limitado “attention-span”. Demasiadas vezes se tentou usar o spot da televisão para a rede DS. O reaproveitamento “cego” e a poupança de custos são demasiado tentadoras.

Na sua génese, na maioria dos casos, estiveram sobretudo empresas tecnológicas e detentores de audiências, uns e os outros compreendendo mal o marketing e a complexidade do comportamento humano dentro de loja. Este facto constituiu-se entrave inicial à evolução do Digital Signage O amadurecimento da indústria DS trouxe o shopper, o marketing e o know-how dos meios convencionais para o centro da problemática com benefícios claros. A tecnologia assume enfim o seu papel de ferramenta.

A relação tecnologia/marketing é absolutamente bidireccional. De um tempo em que o marketing at-retail tinha como um dos principais handicaps não oferecer comprovação da sua relevância no marketing mix de uma campanha, passamos agora ao tempo em que a tecnologia oferece ao marketing at-retail a capacidade de medir audiências reais - literalmente contando quantas pessoas olham para um ecrã, poster ou mupi para esse efeito, e durante quanto tempo o fazem. A integração de meios, tecnologia e estratégias comerciais, permitem atingir resultados verdadeiramente magníficos. Por exemplo, num piloto DS em curso, a relação de um desconto com meios DS dentro de loja permitiu um aumento de 427% no sell-out durante a campanha e  um aumento de vendas sustentado nas semanas pós-campanha de 55%, registado apenas na loja em que a experiência foi levada a cabo!

Como ferramenta de marketing, para além de chegar mais eficazmente ao shopper, o DS oferece inúmeras outras vantagens. Uma campanha pode ser iniciada a nível nacional, ou mundial em poucos minutos, bem como pode ser suspensa ou activada em intervalos (por exemplo, à hora de ponta, e apenas do próprio local em causa!).
Complementos interactivos ao DS passivo, com ecrãs tácteis ou sistemas com câmaras, permitem obter feedback imediato e criar uma relação com o shopper sem precedentes.

Torna-se também possível pensar em novos paradigmas, como o PROM (marketing pró-activo), que reage em tempo-real às características da audiência assistente (género, número, grupo etário e etnicidade, por exemplo), o RTA (Real-Time Advertising), em que os conteúdos, a sua frequência e meios usados dependem em tempo real de excedentes ou rupturas de stock ou do sell-out do produto naquele momento exacto e naquela loja. Com a tecnologia correcta, marketeers e criativos não deverão nunca sentir limites!

 

Sílvio Macedo
CEO da xarevision*

*A xarevision actua no sector DS@retail e desenvolve desde 2007 um projecto piloto com a Sonae Distribuição.

 

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